Um caderno intacto despertou em mim novamente o desejo,
Alma de mim suspensa em lianas nunca antes descobertas
Nem nunca antes atravessada por outrem,
Olhos no carvão do lápis que escreve sozinho
Escreve a minha alma perdida.
Bebo o sumo de cada palavra
Enquanto sinto o cheiro a incenso a meu redor que me transporta para ti,
Dias passaram e nem sombra de ti,
Sombra seguida por mim.
Tudo se foi, já não há mais sol
Que faça a tua sombra na minha vida.
O teu cheiro desapareceu no horizonte, novamente.
Preciso de voar, assim será.
Vou viver, vou voar, vou sentir e vou amar…



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